Entenda como funciona o sistema de alarme monitorado

 

A procura por instalação de alarmes monitorados em residências e comércios vem em uma crescente constante nos últimos anos. Isso acontece porque os números da insegurança no Brasil também têm aumentado. Desde colocar uma placa dizendo “cuidado, cão bravo”, passando por grades nas janelas e portas até instalar um sistema de alarme monitorado, todos os métodos são válidos para tentar inibir a ação de assaltantes.

Segundo a ABESE, 94% das tentativas de roubo a estabelecimentos com sistema de alarme monitorado fracassam. Além disso, a quantidade de bens roubados em locais sem alarme é 10 vezes maior que os que possuem alarme.

Saber como o sistema de alarme monitorado funciona e os cuidados que deve ter ao contratar o serviço esclarece dúvidas e ajuda na hora da escolha. Confira:

Funcionamento do sistema de alarme monitorado

Para formar um sistema de alarme monitorado são necessários três equipamentos básicos: painel de alarme, sensores e sirenes. O primeiro é responsável pela centralização das informações do sistema. Já o segundo serve para detectar movimentações, podendo ser instalado tanto em áreas externas quanto internas. E por último temos o terceiro item, que está ligado ao segundo, e é acionado quando os sensores detectam algum movimento.

Em caso de emergência, o sistema envia sinais para a Central de Monitoramento da empresa contratada. Em seguida a equipe de Pronto Atendimento é acionada e, juntamente com as autoridades competentes, verificam a ocorrência no local.

A central de monitoramento comanda e interage de forma sinérgica, ou seja, em conjunto com o sistema de alarme. A equipe monitora as atividades do alarme e gera relatórios, tudo isso por meio de softwares e receptoras de alta tecnologia.

Essa transmissão de dados para a central é feita da seguinte forma:

  • Telefone: a comunicação ocorre pela linha física, instalada na residência ou comércio;
  • GPRS: o módulo GPRS, através de um chip, entra na rede da operadora celular GSM, via canal de dados (GPRS) e através dele estabelece uma conexão com o software de monitoramento, criando assim um canal de comunicação online entre o cliente monitorado e a empresa de monitoramento de alarmes, possibilitando a transmissão imediata de todos os eventos gerados pelo painel de alarmes no protocolo contact-id;
  • Rádio: ao contrário do GPRS, o rádio funciona como segunda via de comunicação do alarme, sendo a linha telefônica a primeira via. Em caso de ausência da linha telefônica, o rádio comunica à central de monitoramento, e passa a transmitir todos os eventos gerados pelo painel de alarme através de ondas de rádio.

Cuidados com a instalação do alarme residencial

Cada imóvel possui suas particularidades e um técnico deve fazer uma criteriosa avaliação para saber quais pontos de acesso a residência tem. De acordo com o especialista em alarmes monitorados, Angel Jorge, a partir dessa avaliação os sensores mais adequados para o imóvel são projetados. Portanto, fique atento se a empresa contratada irá lhe especificar quais equipamentos serão usados.

Uma instalação mal feita, sem os cuidados e qualificações necessárias, poderá acarretar em novos problemas. Se decidir por instalar o sistema de alarme residencial monitorado procure saber se a empresa contratada é séria, com referências no mercado e profissionais qualificados. Afinal de contas, sua família e seus bens materiais estarão sob os cuidados dela.

Vale ressaltar que os aparatos de segurança servem para dissuadir a invasão ou diminuir o tempo de permanência do invasor na casa, mas alguns hábitos devem ser adotados pelos moradores para que o imóvel fique mais seguro.

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